Os maiores peixes do mundo nadam até à superfície para se aquecerem, depois de mergulharem durante longos períodos a profundidades frias de centenas de metros.
Um novo estudo efectuado na Austrália com quatro tubarões-baleia, Rhincodon typus, demonstrou que os peixes passam, em média, cerca de 2,5 horas à superfície, depois de fazerem mergulhos muito profundos e longos durante o dia, para além dos mergulhos mais curtos e pouco profundos que fazem durante o dia e a noite.
“Quando analisámos os nossos dados, descobrimos que os tubarões-baleia passavam intervalos regulares à superfície entre as sessões de mergulho”, afirmou a investigadora principal do estudo, Michele Thums, da Universidade da Austrália Ocidental, num comunicado de imprensa.
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